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Não sei o nome da minha vizinha, nem mesmo de sua mãe, visto que ambas se tratam de vagabunda e mentirosa respectivamente, sei que minha vizinha, a "vagabunda" gosta de funk, mas não eh qualquer funk, apenas um, acho que o pior deles, ela o escuta o dia todo. Gostaria, sinceramente, de não saber mais que isto, porém assuntos serio, íntimos e fúteis são berrados diariamente ao "pé" da minha janela. Os berros se confundem com os latido da cachorra ( me refiro ao animal) da minha vizinha. Ali, não mora uma "família", mas um agregado de pessoas, que não sabem, se quer, o que é respeito. Amor então...sei lá se há, se bem que há tantas formas de amar, dizem... Nossa!! Incrível!! A mãe acabou de confirmar o que eu escrevi aqui, "acabou o respeito".
Se me perguntares porque falo da vida alheia, digo que, por causa dela não consigo sequer ouvir o meu chorinho em paz...
Nana Andrade

E há como ouvir um chorinho em paz?
ResponderExcluirrsrsrsrs, não se faz vizinhos como antigamente.
ResponderExcluirrsrsrs Olha devo dizer que é até interessante, aqui, do segundo andar,na janela do meu quarto tenho uma vista que parece um cortiço, meus vizinhos são muitos diversificados e extressantes, digo interessantes.
ResponderExcluirMas neste momento...vc olha tah tudo em silêncio, a lua desponta lá no céu, numa noite calma, tranquila e poética até que, mais uma vez recomeça, mas agora o problema é na outra casa..mas merece um outro post, porque lá o problema é outro.
É Amigos não podemos escolher os vizinhos, tenhos vizinhos que tbem é uma gritaria só, as vezes de raiva dá vontade de ir lá e por ordem, escuto cadas ment... quer dizer historias, rsrsrsr, escuto não por curiosidade, mas por falta de opção mesmo!maas faz parte.
ResponderExcluirNana, seu blog é ótimo e a sua forma de escrever, melhor ainda!Dá vontade de ler o dia inteiro!Saudade de vc e da sua alegria contagiante!beijos
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