O meu pai sempre me disse que me amava. E eu não duvido. Nunca duvidei.
Mas seu amor não lhe gerou a força capaz de lutar pela minha educação.
De lutar pela minha vida.
Ele se foi. Amando-me num amor impotente.
Sofri tanto, que decidi recusar todo amor que se deixa levar pela sua fraqueza.
Aprendi com a perda a amar com força, com luta, com doação.
O amor que sinto num é passivo, antes é tão feroz como o predador faminto diante da presa.
Amo, meus amigos, meus irmão, minha mãe, meus amores.
Amo-os com energia.
Num amor que não se cala, que não se acovarda, um amor que briga
Um amor vigoroso, ousado e valente!
OLá!! Há um certo tempo encontrei seu blog por buscas de textos, fotos. E com muita alegria que encontrei suas postagens.
ResponderExcluirAmar sem covardia é privilegio de poucos. Muitos perderam a capacidade de amar, por sermos tão imediatistas. Amor custa e muito vale.
Forte abraçoo!!