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terça-feira, 16 de julho de 2013

A identidade corrompida pela alienação

"...é necessário  saber descobri-lo (poder simbólico) onde ele se deixa ver menos, onde ele é mais completamente ignorado, portanto,reconhecido: o poder simbólico é, com efeito, esse poder invisível o qual só pode ser exercido com a cumplicidade daqueles que não querem saber que lhe estão sujeitos ou mesmo que o exercem"  Pierre Bourdieu
Bourdieu se referia ao poder como instrumento de regulação social da qual é a realidade constante de todos nós. O poder é algo consensual, ainda que não explicitamente consentido.

A questão do poder parece, portanto, algo inevitável. Porque relações, todas elas, são relações de poder.


Porém, o mal não está em haver o não o poder. Mas em não saber reconhecê-lo.

Considerando que não reconheçamos o poder e sua forma de manifestação também não seremos capazes de compreender seu mal que é na verdade o fim das identidades, das singularidades. O poder é hegemônico e não permite diferenças. Logo, o homem será sempre fruto do consenso, do ideal, do grupal, jamais de si mesmo.





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