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sexta-feira, 9 de junho de 2017


Não guardemos rancor e sejamos mais pacientes com os que convivem conosco. Conviver não é tarefa simples, é muito fácil desenvolver empatia pelas pessoas lindas e carinhosas que encontramos ocasionalmente ou virtualmente, mas que não temos que lidar diariamente.
A rotina não tem jeito, traz à luz os detalhes. Os defeitos e as qualidades que nem sabemos ter, e que os outros não sabem que têm. Mas lembremos que tanto as qualidades quanto os defeitos são juízos de valores, às vezes, importantes só pra nós. Por isso sejamos empáticos, coloquemo-nos no lugar do outro. Sejamos generosos ao apontar-lhes o que julgamos ser defeitos, mas, sobretudo, evidenciemos sempre o que julgamos ser qualidade. E estejamos igualmente abertos às críticas e elogios. Isso balança e fortalece as relações. 
Não fique só à espera de receber, doe! Se o outro não faz, faça você. Mas fale, o diálogo é fundamental. Ninguém tem uma bola de cristal para adivinhar o que te/nos incomoda.
Seja seu marido, esposa, filho, filha, pai, mãe, amigo, seja quem for que compartilhe seu lar, seja todo o amor, generosidade e respeito que você espera em toda sociedade. Embora possa não ser fácil, somente assim iremos evoluir, crescer e aprender a viver em sociedade. Nossa casa é nossa primeira escola de convivência e da construção da paz.

Um comentário:

  1. Devemos sim fortalecer nossas relações, entender que nem sempre compreendemos o outro, o ser humano é um ser insconstante, mas respeitar o momento, conversar mais, se importar mais, mas também, respeitar o silêncio e a individualidade de cada um, respeitar o ser de cada um, infelizmente, vejo que está faltando dialogo, está faltando respeito, e muitas vezes vejo que nos distanciamos justamente daqueles que mais estamos próximos.

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