12 de junho, ótima data para fazer algumas reflexões sobre as relações afetivas.
Todos nós conhecemos vários namorados, amantes e casais matrimoniais, não é mesmo?
Há quem se aproximou pelo belo, pela possibilidade de estar ao lado de alguém com uma boa renda, ou apenas alguém para construir uma casa, um filho, uma vida qualquer, que seja diferente da antiga.
Há também quem se aproximou pelo mistério, pela propaganda, pela curiosidade, pelo charme, e até pela solidão.
Há quem se aproximou e nem sabe porque..
Há "nós" e "nossas" relações. Ou ainda, quem não se aproximou.
E há o "eu", o vazio e "minhas" vontades.
E hoje, quem se aproximou, vai enviar flores, cartões, chocolates; vão convidar pra jantar, pra sair, pra dançar.
E quem não se aproximou, vai ficar com vontade.
Mas há quem sem aproximou, e não tem mais que metade. E pior, nem metade de si mesmo!
Não é preciso olhar muito longe e ver casais de ciúmes, casais de insegurança, de controle, de medo, de tédio. São namorados e casados com a insatisfação.
Tão raros os que descobriram e se fizeram companheiros. Que se aproximaram e caminharam juntos. Que vieram nus em suas vontades, não foi questão de estética, não sabiam as respectivas profissões, não pensava em casa, nem filhos, nem em outra vida, viveram o momento, não tinham segredos, nem muitos contatos, dançavam por vontade e se sentiam bem.
Raros, também, os que, independente do início, resolveram mudar no meio para não ver o fim.
Raros os que acompanham... e hoje não reconquistam, mas retribuem....
Aos que estão acompanhados pensem nisso, é possível mudar sempre, e mudar juntos. Aos que ainda estão sozinhos, saibam esperar, e não esperem um príncipe, o amor é simples, e pode estar apenas esperando que você acalme sua vontades de doar, para receber.. às vezes, tem gente que não saber receber amor, porque pensa que amor é outra coisa..
Que este dia chamado "Dia dos namorados" seja feliz para todos, os companheiros, os enrolados e os solteiros
Nana Andrade