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sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Seguro ou inseguro: que tipo de comprador é você?

Todo mundo gosta de roupa nova, certo? Mas parece que nem todo mundo consegue escolher sozinho.
Hoje, vamos mostrar dois exemplos de pessoas que vão comprar roupas. Falaremos de dois tipos de compradores, o seguro de si e o inseguro.  Ambos querem a presença de um amigo ou familiar para ajudar na difícil decisão. No caso do inseguro ele também pode querer, além do acompanhante, a ajuda do vedendor.

Quanto ao primeiro, o seguro, a ajuda é sempre válida e atuará principalmente para conter a gana do comprador que quer quase tudo o que vê. Este, praticamente, compra pelos olhos. Quando entra no provador ou na cabine, ele só sai do mesmo para mostrar o acompanhante quando realmente gostou, ou quando está com dúvida, porque ele não vai perder tempo mostrando algo que não ficou bem ou não ficou bonito aos seus olhos. Portanto, a função do acompanhante é importante à medida que ele apresente os contra sobre a peça escolhida (sugestão que nem sempre será aceita), quando o ajuda numa indecisão ou quando ratifica e realça a escolha do comprador. Este acompanhante, de longe, já percebe se o comprador está totalmente satisfeito ou não, daí que ele se sentirá muito livre para opinar a favor ou contra, porque sabe que será apenas uma contribuição. O comprador, possivelmente, irá evitar a presença do vendedor, porque sabe que este foi treinado para apontar quaisquer e todas as características positivas que a peça tenha, ou seja, se ficou bem no cliente ele dirá, se não ficou bem ele dirá das vantagens do tecido, da cor, sei lá, ou no máximo mostrará outra peça mais cara bonita, quase que forçando psicologicamente sua compra.

Por outro lado, nosso comprador, tão inseguro, já começa com muita dificuldade de escolher a roupa, olha, e antes de provar já pergunta ao ajudante que,coitado, nem sabe ainda o que dizer, mas provavelmente terá algumas sugestões a fazer. Quando este comprador vai para o provador, a cada peça vestida ele irá mostrar o acompanhante, não importa se gostou ou não, e vem com aquela cara neutra ou com a expressão de "e aí?". O acompanhante, no ínicio meio perdido, perguntará, "mas você gosta?" A esta altura o comprador lhe mostra um olhar irado como quem perguntasse "se eu mostrei a você é poque quero saber sua opinião!!!". Então, o acompanhante tentará dar uma opinião a cada peça mostrada pelo comprador. Suas opiniões, entretanto, se basearão sempre a partir de uma perspectiva pessoal, ele vai pensar na combinação, no sapato, na ocasião, na companhia talvez...

Ou seja, no caso deste segundo comprador, é bem possível que ele chegue em casa muito insatisfeito com a compra que tenha feito, se é que a fez. Porque vai chegar um momento que ele terá que usar com seus sapatos, em sua ocasião e com suas outras combinações. E daí, pode ser não era nada do que pensava quem lhe acompanhava.

O vendedor será muito bem vindo a este cliente, que em geral aceitará satisfeito todas as "sugestões" feitas por este último. Sairá contente de ter comprado todas aquelas qualidades anunciadas. E esta sensação se permanecerá por muito tempo, talvez, e terá bons efeitos, ou não.

Dito isso, gostaríamos de convidar você leitor a pensar que tipo de de comprador é você? Independente da resposta, já que por vezes podemos pender mais por um lado que outro, o convite de hoje é o de gastar seu tempo com você, antes de querer sair gastando dinheiro em roupas. Conheça seu corpo, aceite-o, ame-se, cuide-se! Não espere aprovação vir de fora, ela pode vir, mas deve ser um acréscimo, não um fator determinante! Inspire-se com outras pessoas, com ocasiões, com natureza, inspire-se com o que quiser, mas crie! Crie seu gosto, sua moda, seu jeito. 

In-vista em você! Afinal, este simples ato de comprar uma roupa pode indicar que você precisa de mais cuidados oriundos de si mesmo!


segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Do que não tenho, o que já ganhei?

 Afetos e Ofertas
Às vezes estamos olhando frustrados para nós porque algo não correu como queríamos ou planejávamos. Em comparação com outras pessoas, amigos, familiares ou principalmente os "facebokianos" tão bem sucedidos, deixamos de olhar para nossas conquistas.

Detivemo- nos em fracassos, ou em nossos sonhos ainda por realizar e gastamos demasiada energia nos mesmos, a ponto de não encontrarmos vigor para celebrarmos nossas conquistas e vitórias.

Hoje, olhei pra mim, em comemoração de minha vida. Olhei pela paisagem tão linda que invade a luz de minha sala. Pensei, meu Deus, quanta conquista já tive! Quanta coisa tenho que agradecer. Se eu pudesse enumerar o que me falta eu diria duas coisas, que são importantes e que certamente tornará minha felicidade mais plena. Porém, são coisas que me movem a querer continuar a lutar, a seguir o caminho e reconhecer que a vida ainda não chegou ao fim, que o repouso ainda não seria tranquilo.
Por outro lado, seu eu tivesse que enumerar as conquistas, as vitórias e as realizações seriam imensamente maiores: amizade, estudo, saúde, família, vida, encontros, sabedoria e conhecimento.. Sim, estou caminhando..

Logo, hoje o que tenho pra dizer é mesmo um convite. Olhem para vocês através do caminho que seguiram, pelas alegrias que alcançaram, olhe por tudo que conquistaram. A força virá da própria força que tiveram. Há sempre algo que não vai bem, há sempre algo a conquistar, há sempre algo que nos desmotiva. Mas que saibamos fazer o exercício de olhar o que deu certo, o que conquistamos, o que nos motivou, porque há sempre coisas boas.

Que nosso foco em 2014 seja a alegria, seja as nossas novas conquistas e, sustentados em nossas próprias vitórias e motivações, vamos trabalhar duro para realizar os nossos sonhos, respeitando e aceitando o limite do nosso próprio eu.

Feliz Ano Novo a todos!

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Metamorfose e humildade


sábado, 14 de dezembro de 2013

A roda da vida, a vida que roda


Tenho me cansado de todas as pessoas autoritárias
tenho me afastado de todas as pessoas aparecidas
Encontro me mais com as mais democráticas
as mais firmes, mais ou  as menos seguras, mas  as coerentes

Sinto-me melhor com as relações progressivas
talvez introspectivas
que se desvelam na costura de ver, provar, cortar, construir e só depois desfilar

Acredito que as pessoas têm energia
que como perfume magnetizam, encendeiam, defloram
ou por vezes incomodam, excedem, confundem
portanto, elas exalam tão logo aparecem

Tenho me entendiado do fútil, do descartável, do efêmero
e me refiro às coisas, aos pensamentos e às pessoas

Prefiro o que é mais íntimo, as pessoas mais discretas  e as situações mais planejadas
Não que o inesperado não seja bom, até gosto
do acaso, um caso e prosas

apesar de me envelhecer,
gosto do tempo que vem me mudar
observo as coisas que cambiam ao passar dos anos
mas me encontro mesmo é com as coisas que sabem mudar o tempo

Sinto me por vezes muito seletiva
e mais crítica também
Estou menos ingênua
e muito mais solidária
Importa-me  mais o ambiente social
Aprecio melhor os velhos amigos

Antes eu estava no palco embebida de aplausos
Hoje vou ao último assento
Vejo o palco, o público 
e escrevo a cena.

Sinto-me afinando as cordas
sento descansando as costas
Escolho o que me faz bem
Recolho-me do que não convém

sim, é a roda da vida
é a vida que roda!


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sábado, 30 de novembro de 2013

Amar

Amar desobrigado é amar com liberdade.
Nesse sentido, amar é um risco.
Quem se limita temendo um fim,
não pode amar assim
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