sexta-feira, 10 de abril de 2015
Sonhos são orações
quarta-feira, 25 de março de 2015
Como dizer o que penso sem magoar o outro?
Por isso ser sincero é para poucos. A sinceridade implica em não temer o julgamento alheio. E, inclusive, ignorar as "caras feias". Significa que muitos vão se afastar. Pensando nisso, muitas vezes, estamos a medir o que dizemos, damos voltas, e passamos por cima de nossas vontades e, também, de nossas capacidades.
A sinceridade requer coragem. Mas ela é, definitivamente, libertadora.
Quando somos capazes de ser sinceros com o outro, vamos atrair pessoas também sinceras.
Todavia ser sincero não significa ser arrogante. É possível ser amável e gentil, mesmo dizendo um não a alguém querido, ou nem tão querido assim. Também é possível ser sincero numa discussão sobre algum tema sem desmerecer a opinião alheia. Contudo, obviamente, ela vai nos afastar de certas pessoas. Mas nos aproximará de outras.
Sinceridade pode até ser um dom de poucos, mas não tenho dúvida que é um aprendizado a ser exercitado todos os dias por cada um de nós.
É espinhoso o caminho da sinceridade, mas o perfume e a beleza da liberdade que brota de seu germinar é intransferível.
Assim, deixamos uma mensagem a todos/as que tem esta dificuldade, a de ser sincero/a, a de não magoar e a de evitar as tensões:
"Encontremos um modo gentil e educado de experimentar a sinceridade e estejamos prontos para os bons grãos que restarão do chacoalhar de nossa peneira."
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015
Eu posso errar.
Neste post, e espero em nenhum outro, não tenho a intenção de questionar o mérito de erro algum. O assunto é outro. Quando erramos, amigos, religiosos e até profissionais trabalham com a ideia de que é preciso aceitar o erro para ultrapassá-lo. E faz sentido.
Mas aceitar o erro, como algo estranho a nós mesmos ou à nossa intenção, parece eximir-nos de um direito que temos. Aceitar o erro é, praticamente, uma maneira de livrar-se da culpa. Mas sabemos que enquanto a culpa permanece a aceitação fica comprometida.
Assim, nesta reflexão, que não tem como objetivo ignorar outras maneiras de lidar com o erro, sugerimos:
Olhe-se no espelho, diga a si mesma: eu posso errar.
Ver a possibilidade de errar como um direito não nos dá necessariamente o direito de sair cometendo todos atos que julgamos errado. Mas, dá-nos sim o direito de entendermos nossa finitude, nossa pequenez. Eu sei que posso errar. E nisto está minha humildade.
Eu não quero errar, mas eu posso. Assim digo a mim todos os dias quando levanto. Olho para mim e digo: ei, você pode errar. Daí, é muito provável que numa conversa eu não julgue que minhas ideias estejam mais corretas que as do demais. Nem vou insistir em criar palavras difíceis ou falar mais alto. Não vou sequer jogar na cara do outro o meu título de estudo para impor a minha grandeza e meu conhecimento.
Eu posso errar, então aceito tranquilamente que eu possa estar enganada.
Eu posso errar. Então não me envergonharei diante dos meus colegas tão estudados. Eu posso errar, por isso, da mesma forma, entre meus colegas de Facebook ou de festas, não vou me diminuir ou engrandecer para fazer valer uma ideia.
Eu posso errar, por isso ainda àqueles que esperam (ou que eu acredito que eles esperam) que eu seja sempre um bom exemplo, eu não irei me podar.
O medo de errar é muitas vezes o medo do que o outro vai pensar. Ou o medo do que o outro julga e determina como certo. Assim, às vezes, errar (mesmo enquanto uma tentativa de acertar) é um elemento do outro que nós tomamos como nosso.
Mas, se eu penso que posso errar, não fará muita diferença que este seja uma questão de valor meu ou do outro. Eu posso errar.
Mesmo querendo acertar todos os dias eu sei do meu direito de errar. É por isso que não terei medo de dizer o que penso, de escrever o que sinto e acredito, de fazer o que julgo bem para mim. E em tudo isso eu posso errar. Assim, não perderei tempo preparando a defesa quando me apontarem o erro. Nem mesmo vou deixar de arriscar por medo de errar. Porque eu posso errar, vou viver. E espero acertar!
sábado, 20 de dezembro de 2014
Mais um Natal: o meu natal
Não tenho nenhuma promessa para 2015, e também não pretendo deixar de fazer nada. Não sei se me arrependo de alguma coisa que fiz em 2014, não pensei sobre isso e nem quero pensar. Mas sei que foi um ano de desfazer e refazer vínculos, projetos e afetos.
Acredito piamente que já estou num outro ciclo, acredito na energia fluida e recíproca, então já estou nesse novo começo.
Eu olho pra trás e vejo a bagagem, a luta, a ousadia que se fazem e fizeram presente. Sinto-me já vitoriosa e agradecida. Em todos os momentos da minha vida, e nos mais decisivos dele, eu tive sempre com quem contar. Eu sou fruto disso tudo.
E quanto mais viajo, quanto mais estudo, aprendo novas língua, conheço mais pessoas, quanto mais saio de mim, dessa maneira reduzida de compreender o mundo mais me enriqueço. Não estou rica, eu sinto-me rica. Ou seja, a riqueza que estou a falar não se refere ao dinheiro, mas de uma economia espiritual.
Então, mais que qualquer outra coisa o que me define é um sentimento grande e nobre de gratidão.
domingo, 19 de outubro de 2014
A desconfiança
Sigamos nosas vidas
Pos viver desconfiado não é viver "felizmente"
quinta-feira, 28 de agosto de 2014
Não olhe para trás
O que somos e quem queremos ser é a essência
à medida que só esta realidade poderemos mudar.
sábado, 12 de julho de 2014
Gratidão e Amor
Esse papo de inveja num cola em quem ama a si próprio. Quem está bem consigo, também estará com os outros, e saberá sempre elogiar as vitórias alheias.
Ficará feliz com a promoção dos amigos e familiares e sentir-se-à sempre inspirado ao conhecer pessoas positivas e vencedoras. Não importa se o amigo, o colega ou o apenas conhecido está materialmente melhor; quem estiver bem consigo mesmo vai sempre admirar torcer para que o outro esteja feliz, com o que tem, com o que almeja. Levará em condição a pessoa que o outro é, importando-se pouco com que o outro tem.
Há, por vezes, aqueles que, aparentemente, se julgam numa situação que pode despertar inveja aos demais, incluindo a quem eles chamam de amigos. Estas pessoas, provavelmente, também não estão bem consigo mesmas, não estão focadas em si e seus projetos, mas nos outros. Se não dirá delas mesmas, alertará outros que estão cheias de invejosos ao redor. Ah gente, que papo tão medíocre!
Não que a inveja não exista, ela existe e é um sintoma, ela em si não é um mal, o problema a antecede, é a doença de não olharmos para nosso bem estar, nossa vida.
Não pensamos em inveja dos outros, ou invejar alguém, se estamos ocupados com nossa vida, nossa alegria, nossa luta.
Portanto, quando acometidos por qualquer uma dessas situações, a melhor solução é voltar-se para si, observar melhor a sua caminhada. A coisa mais triste é quando não olhamos para nossas vidas com gratidão e com amor. Haverá sempre motivos para agradecer, e quando não, haverá sempre alguém para amar. E ter quem amar, não é já motivo para agradecer?
Agradecemos aos nossos familiares, aos amigos, aos colegas que estão sempre conosco, e os amemos. A vida é muito simples e muito curta para perdemos tempos com coisas inúteis.


